quinta-feira, 31 de maio de 2012

Veja como o ciclo menstrual e o período fértil interferem na sua vida

Atitudes simples minimizam os sintomas causados pelas alterações hormonais

Por Minha Vida

A mulher vivencia todos os meses uma alteração hormonal que se reflete nas diversas fases do seu ciclo menstrual. Mas todas essas mudanças não acontecem sem provocar efeitos no organismo que nem sempre são muito agradáveis.

Conforme explica a ginecologista colaboradora do Grupo de Endometriose do Hospital das Clínicas da USP, Paula Zulian Fagundes, o ciclo menstrual começa no primeiro dia da menstruação. Nesta fase inicial, ocorre uma produção exclusiva de estrogênio pelo ovário. Depois, por volta do 14º dia antes do início da próxima menstruação, acontece a ovulação propriamente dita. "No segundo período, tem início a fase de produção de progesterona, conhecida também como fase lútea", afirma.  
Mas não são apenas esses hormônios que fazem parte do ciclo menstrual. Fagundes esclarece que todo o processo tem início de fato no hipotálamo, região do cérebro humano de onde é secretado o hormônio liberador de gonadotropina (GnRH). Esse hormônio, por sua vez, estimula a hipófise, glândula que libera o FSH, hormônio folículo-estimulante e o LH, hormônio luteinizante, que agem proporcionando um meio adequado ao desenvolvimento dos óvulos e iniciação do mecanismo de ovulação.

Neste processo entra também a produção de testosterona, mais um hormônio que é liberado pelos ovários quando estimulados pelo LH. Ele é responsável, entre outras coisas, pelo aumento do desejo sexual.

De fato, este é mesmo um mecanismo complexo que só o organismo feminino tem. E isso provoca alguns sintomas. A especialista afirma que, principalmente na segunda fase do ciclo, as alterações hormonais podem levar a alguns incômodos como edema (inchaço), dores articulares, dores musculares, dor nas mamas, desconforto abdominal com alteração do hábito intestinal, cefaleia, palpitações, tonturas e aumento da oleosidade da pele e cabelo, com maior predisposição à acne e à seborreia. 
"A variação hormonal na mulher também pode levar a uma alteração na produção de neurotransmissores, como a serotonina. Isso está ligado a alguns distúrbios emocionais que ocorrem com mais frequência na segunda fase do ciclo. Caracterizam-se por fadiga e alterações do sono (dificuldade para dormir), irritabilidade, tensão, dificuldade de concentração e problemas de memória, acessos de raiva, choro fácil, mudanças no apetite com ânsia por comida e hipersensibilidade aos estímulos. Além disso pode haver queda da libido", descreve.

É a famosa TPM, tensão pré-menstrual, cujos efeitos podem ser mais leves ou bastante intensos, variando muito de mulher para mulher. Fagundes alerta que se as alterações não forem tão importantes a ponto de necessitarem de ajuda médica, uma mudança de estilo de vida pode ajudar. 
"É importante ter por hábito uma alimentação balanceada com bastante ingestão de líquidos, evitando álcool. Principalmente na fase mais próxima da menstruação é recomendável diminuir a ingestão de alimentos ricos em gordura, sal, açúcar e cafeína (café, chá, bebidas a base de cola)", ensina.

Fazer uma dieta rica em cálcio (leite e iogurte desnatado) e magnésio (espinafre) também ajuda bastante. Quanto aos exercícios físicos, a prática regular, especialmente das atividades aeróbicas por, no mínimo, 20 minutos, 3 vezes por semana, pode ser de grande ajuda na qualidade do sono e controle do estresse.

Macarrão Aromático

Macarrão aromático - Foto: Getty Images

Para 4 pessoas

. Ingredientes:

250 g de macarrão tipo tagliolini
200 g de creme de leite fresco
20 g de manteiga 
9 colheres de polpa de tomate
8 folhas de sálvia
1 ramo de alecrim
1 cubo e meio de caldo de carne
Sal e queijo parmesão ralado a gosto

Preparo:

Frite as folhas de sálvia e as folhinhas de alecrim picadas em uma panela.

Adicione uma concha de água, a polpa de tomates, o cubo de caldo desmanchado e cozinhe todos os ingredientes por 15 minutos.

Em fogo baixo.Acrescente o creme de leite e deixe apurar por alguns minutos. Coloque sal e pimenta.

Esquente bastante água em uma panela e cozinhe os Tagliolini e acrescente sal.

Escorra-os e tempere-os com o molho e queijo parmesão.

Dica: A polpa de tomates pode ser substituída pelo tomate fresco. Nesse caso, aumente a quantidade de ervas aromáticas. Se você preferir um sabor mais forte, sugerimos adicionar alho e tomilho.

Grau de dificuldade: Fácil
Tempo: 25 minutos
Calorias: 349 cal

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Acerte os hábitos e combata as pedras nos rins

Pra  quem nao sabe, desde o último dia 02 de abril estou tendo muitas crises de cólica renal. Estou em tratamento para remoçao dos calculos, mais a dor constante me impede de fazer muitas coisas. Entao escolhi esta materia do Minha Vida para ajudar vocês que nao tem esse problema a nunca ter. Infelizmente o meu é genético, e nao há o que fazer até o momento.

Má alimentação e falta de hidratação são fatores de risco para o problema

Por Fernando Menezes

Quem já passou por uma crise de cálculo renal já conhece bem os sintomas: dores na região lombar que, após ficarem mais intensas, começam a se espalhar para a região abdominal e genital. Casos como esse estão cada vez mais comuns em hospitais. "Casos de pedra no rim aumentaram, em média, 20% no pronto-socorro", explica o urologista Gustavo Alarcon, do Hospital São Luiz.

De acordo com o especialista, há técnicas que são capazes de evitar a formação de cálculos renais. "A visita constante ao urologista ou nefrologista é o primeiro passo para se livrar desse problema", afirma o urologista. "Aliado a algumas mudanças de hábito, o tratamento evita a maioria das crises de cólica renal."

Mesmo que as dicas para evitar pedras no rim sejam bastante difundidas, existem alguns maus hábitos que passam despercebidos por pessoas que sofrem com esse problema. Confira alguns fatores de risco que aumentam as chances de pedra no rim.

Histórico familiar - Foto Getty Images
Histórico familiar

Antes de prestar atenção nos hábitos do cotidiano que aumentam as chances de formação de cálculo renal, é preciso deixar claro que algumas pessoas estão geneticamente mais dispostas a sofrer com esse problema. "Algumas pessoas têm distúrbios na hora de absorver minerais no intestino, o que facilita o acúmulo desses nutrientes nos rins", conta o urologista Roberto Eid Maluf, do Hospital Santa Cruz.

Como essa característica é hereditária, pessoas com parentes próximos que já sofreram com cólicas renais possuem mais chances de desenvolver o problema. Por isso, é preciso que as visitas ao médico aconteçam pelo menos de seis em seis meses para evitar crises. 
Água - Foto Getty Images Tomar pouca água

A desidratação pode ser considerada um dos principais fatores da formação de cálculos renais. De acordo com o urologista Gustavo Alarcon, quanto mais água bebemos, mais o sangue circulará e ficará diluído, facilitando o trabalho dos rins na hora de excretar nutrientes que não são mais necessários ao organismo.

?Se bebemos pouca água, a concentração de minerais, como cálcio, sódio e magnésio, fica maior em nossa urina, que fica menos solúvel e aumenta o risco de formação de cristais nos rins?, diz o profissional.

Segundo o urologista Roberto Maluf, muitas pessoas ficam um dia inteiro sem tomar um copo de água sequer. ?Elas não sabem como esse hábito prejudica os rins, pois é preciso beber no mínimo dois litros de água para manter o corpo realmente hidratado?, explica.

Para saber a quantidade de água indicada para ser consumida, basta multiplicar o seu peso corporal por 0,03. Assim, uma pessoa com 70 quilos, por exemplo, deve tomar aproximadamente 2,1 litros de líquido por dia. Pode ser água, chá, água de coco, sucos e tudo que hidrate e refresque.
Banheiro - Foto Getty Images Ficar muito tempo sem ir ao banheiro

Com a rotina agitada, é difícil ir ao banheiro sempre que a vontade de urinar aparece. Mas segurar a urina durante muito tempo prejudica o funcionamento dos rins e aumenta as chances de infeção urinária. "É possível observar um ciclo envolvendo infecção urinária e a formação de cálculos renal, já que a formação de cristais na maioria das vezes causa infecções, enquanto as infecções aumentam bastante as chances de pedra no rim", diz o especialista Gustavo Alarcon.
Sal - Foto Getty Images Ingerir muito sódio

O sódio, assim como outros minerais, é importante para o bom funcionamento do organismo, mas, em grandes quantidades, aumenta as chances da formação de micro cristais nos rins, pois impede a absorção de cálcio pelo organismo. Aproximadamente 70% dos cálculos renais são formados desse mineral.

Segundo o Ministério da Saúde, o consumo de sódio da população brasileira é de 12 gramas - mais que o dobro do recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). "Como as pessoas comem muito fora de casa, além de consumirem muitos alimentos embutidos e industrializados, o consumo de sódio fica bastante elevado, afetando os níveis adequados desse mineral no corpo, podendo causar a formação de pedras no rim", explica o urologista Gustavo Alarcon.
Álcool - Foto Getty Images Álcool

"O álcool é o grande vilão para quem sofre com pedras nos rins, pois dá a impressão de matar a sede, mas, na verdade, está nos deixando cada vez mais desidratados", explica Roberto Eid Maluf. O álcool inibe um hormônio antidiurético produzido pelo organismo, chamado vasopressina. Esse hormônio faz o corpo reabsorver certa quantidade de água existente na urina, o que impediria a desidratação. "Com o álcool na corrente sanguínea, toda a água que seria reaproveitada é excretada, facilitando a formação de micro cristais nos rins", diz o médico.
Carne vermelha - Foto Getty Images Consumo de carne vermelha

As proteínas, encontradas em grande quantidade na carne vermelha, facilitam o acúmulo de ácido úrico nas juntas e nos rins, causando crises de gota e de cólicas renais. "O excesso de ácido úrico corresponde a 10% dos casos de formação de cálculos e, por isso, quem tem propensão a esse problema deve controlar o consumo de carne vermelha e outras fontes de proteínas", diz Roberto Eid Maluf.
Tomate e leite - Foto Getty Images Tomate e cálcio

Há algum tempo atrás, uma dieta pobre em cálcio era aconselhada para todas as pessoas que tinham predisposição a ter cálculos renais. Mas quem continua acreditando nisso, pode piorar ainda mais o problema. "Novos estudos mostram que o consumo de alimentos ricos em cálcio não age diretamente na formação de cálculos", diz o urologista Roberto Maluf. "Na verdade, não se sabe exatamente por que, mas o cálcio protege os rins de problemas."

Outro componente que antes era inimigo da dieta e agora passou para o lado dos aliados da saúde dos rins é o tomate. Os médicos achavam que o oxalato de cálcio contido nas sementes dessa fruta poderia contribuir para a formação de cálculo renal. Mas recentes estudos mostraram que as sementes de tomate só têm 1% dessa substância, o que não é o bastante para provocar malefícios aos rins. O efeito do tomate é o inverso: o fruto possui quantidades significantes de citrato, mesma substância encontrada nas frutas cítricas, o que impede a formação de pedras. 

Macarrão leve ao molho de berinjela


Ingredientes:

250 g de macarrão cozido
1 berinjela
4 tomates maduros sem pele e sem semente
1 cebola picadinha
1 dente de alho picadinho
Mangerona
Manjericão
Orégano
1/3 de xícara azeite
Azeitonas verdes picadas
Sal

Modo de Preparo:

Corte a berinjela em cubinhos (não precisa tirar a casca) e deixe de molho por uns 30 minutos em água com sal e o suco de 1 limão. Esquente o azeite em uma panela e coloque a cebola e alho para refogar. Em seguida, adicione a berinjela e abaixe o fogo. Quando a berinjela estiver toda murcha, é sinal que está terminando de refogar. Nesse momento entre com o tomate picado e o restante dos ingredientes. Deixe apurar por uns 20 minutos com a panela semi tampada. Sirva em seguida.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Deixe a carne vermelha mais saudável

Acrescentar legumes ao preparo e evitar frituras são algumas dicas

Por Carolina Gonçalves

Quem resiste ao cheirinho de carne cozinhando na panela? Além de saborosa, ela é rica em proteínas e em nutrientes, como o ácido linoleico e a creatina, que promovem a perda de gordura, controlam o açúcar no sangue e melhoram o transporte de oxigênio para os músculos. Para aproveitar os benefícios sem prejudicar a saúde, é preciso escolher bem tanto o tipo de carne vermelha quanto o modo de preparo. "Opções gordurosas, como alcatra e picanha, podem trazer mais riscos do que benefícios", explica a nutricionista Ana Carolina Quireze, de Goiânia, que recomenda cortes magros: patinho, maminha e filé mignon.

Outro cuidado importante é a quantidade adequada consumida. Segundo a nutricionista, a porção não deve ultrapassar o tamanho de uma carta de baralho e o consumo deve se limitar a duas vezes por semana. O excesso pode levar a complicações como colesterol alto e aumento da pressão arterial. Confira as melhores formas de preparar a carne vermelha e veja dicas para deixá-la mais saudável:

Carne assada - Foto: Getty Images
Carne assada
Por não precisar da adição de óleos e outras gorduras, esse preparo é um dos mais saudáveis, pois permite aproveitar bem os nutrientes sem somar muitas calorias. Ana Carolina Quireze afirma que a carne assada na churrasqueira também é uma boa pedida, desde que seja ao ponto - nunca muito bem passada. "A casquinha de queimado que se forma por cima da carne é extremamente tóxica para as nossas células", justifica a nutricionista.  
Carne cozida - Foto: Getty Images Carne cozida
Embora a cocção faça com que o alimento perca alguns nutrientes, a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, afirma que a carne vermelha é bastante resistente e não têm perdas significativas. Já o preparo no vapor é o que menos sofre perda de nutrientes, mas tem a desvantagem de ser mais demorado. "Se a pessoa não quiser perder nenhum nutriente, uma boa opção é cozinhar a carne e utilizar a água para preparar um molho ou risoto, por exemplo", sugere Paula.

bife com legumes - Foto: Getty Images Use água para fritar
Qualquer fritura é prejudicial à saúde e deve ser evitada. Segundo Ana Carolina Quireze, a temperatura elevada e o tempo de aquecimento causam alterações químicas no óleo utilizado, fazendo com ele deixe de ser uma fonte de gordura insaturada e vire gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças. "Portanto, a fritura é prejudicial mesmo se realizada com óleos vegetais de boa qualidade", comenta.

A nutricionista afirma que não é necessário acrescentar óleo ou qualquer outro tipo de gordura às carnes no preparo. "Um bife de tamanho médio pode ser frito com apenas algumas colheres de água, ficando isento do acréscimo de gordura", diz. Para deixar a carne ainda mais saborosa, você pode acrescentar temperos - como mostarda - a essa água.

bife à milanesa - Foto: Getty Images Evite preparos à milanesa
Para fazer um bife à milanesa, é preciso não só fritá-lo em imersão no óleo, como também acrescentar farinha de trigo e o ovo ao preparo, tornado o prato ainda mais calórico. Caso você queira comer essa opção de vez em quando, é preciso tomar alguns cuidados com a fritura: "Utilize um óleo vegetal e aqueça pouco tempo e o mínimo possível, pois quanto maior a relação tempo/temperatura, maiores as alterações", afirma Ana Carolina. Outra ressalva é nunca reutilizar o óleo da fritura na alimentação - uma vez aquecido, suas propriedades não voltam mais a ser como antes.

carne moída com batata - Foto: Getty Images Carne de soja à carne moída
Para deixar a carne moída mais saudável, vale acrescentar porções de carne de soja ao preparo sem comprometer o sabor. "A soja é uma ótima opção, pois não tem gordura saturada e deixa o prato menos calórico", afirma a nutricionista Paula Castilho. Além disso, a leguminosa é rica em isoflavonas, um tipo de flavonoide que pode ajudar a diminuir o colesterol total e o colesterol LDL (colesterol ruim).

panela com carne cozida e legumes - Foto: Getty Images Enriqueça a carne com legumes
Carne com legumes é um ótimo casamento para a saúde e a dieta, ainda mais se eles forem opções bem diversificadas: brócolis, batata, cenoura, vagem, entre outras. "Quanto mais colorido estiver o prato, maior a diversidade e oferta de nutrientes", diz a nutricionista Paula.

Tanto a preparação cozida quanto assada pode ser enriquecida com legumes. Paula conta que as melhores opções de recheios para as carnes são os legumes e as castanhas. "Os primeiros, por serem ricos em vitaminas e minerais e de baixo valor energético; já a castanha é rica em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, possui antioxidantes e atua diminuindo os níveis de colesterol", explica. Para que uma refeição com carne e legumes fique completa, é só acrescentar uma porção de arroz integral - um carboidrato complexo que tornará o prato de excelente qualidade.

carne crua - Foto: Getty Images Carne crua pede atenção
A ingestão da carne vermelha crua pode ser muito perigosa, pois o risco de contaminação é grande. "Pode-se contrair, por exemplo, doenças como toxoplasmose ou teníase", conta Ana Carolina Quireze. A primeira coisa a fazer é conhecer a procedência da carne. "Verifique a higiene do local onde foi adquirida, do profissional manipulador e se ela foi acondicionada à temperatura ideal", alerta a nutricionista.

Durante o preparo, lave bem as mãos e utilize sempre utensílios devidamente higienizados. Assim que a carne estiver pronta, coloque-a na geladeira para que a temperatura seja mantida até o momento de servir, diminuindo os riscos de contaminação.

"Mesmo que as preparações assadas ou cozidas sofram perdas de nutrientes, o que dificilmente acontece com a carne crua, não existe uma vantagem muito grande entre esses métodos", comenta Ana Carolina. Ela afirma que, para diminuir os riscos de contaminação, é até melhor perder um pouco dos nutrientes em vez de comprometer a saúde.

carne recheada - Foto: Getty Images Faça em casa!
Agora que você já sabe como deixar a carne mais saudável, que tal preparar uma refeição campeã? A nutricionista Ana Carolina dá uma sugestão de carne recheada muito saudável:

Ingredientes

½ quilo de fraldinha
50g de cenoura cortadas à juliene
30g de pimentão vermelho
50g de cebola
20g de salsinha picada
10g de alho amassado
2g de sal
1g de pimenta do reino branca
10 ml de azeite
100g de tomates maduros

Modo de Preparo
Misture o sal, o alho e a pimenta do reino e passe na carne aberta. Recheie com o pimentão, uma parte das cebolas e as cenouras. Amarre com barbante e sele a carne no azeite. Quando a carne estiver selada, acrescente os tomates maduros e o restante da cebola picada. Cozinhe até que a carne fique macia. Sirva com o próprio molho onde a carne foi cozida.

Espaguete à carbonara

 
 
Ingredientes
500 gramas de espaguete cozido al dente
6 gemas peneiradas
200 ml de creme de leite fresco
1 xícara das de chá de queijo parmesão curado, ralado na hora pimenta-do-reino branca moída na hora
300 gramas de bacon magro cortado em palitos
2 colheres das de sopa de azeite de extra virgem
1 dente de alho
2 colheres das de sopa de cebola ralada
1/2 xícara das de chá de vinho branco seco

Modo de preparo
Em uma tigela grande coloque as gemas peneiradas, junte o creme de leite, o queijo ralado e misture bem. Reserve. Coloque o azeite em uma frigideira grande e leve ao fogo para aquecer, junte o dente de alho descascado e deixe até dourar para aromatizar o azeite, despreze o alho, acrescente o bacon e deixe dourar. Junte o vinho e deixe a frigideira no fogo até que evapore o vinho e desligue. Junte o espaguete bem quente à mistura de ovos, leve ao fogo por 2 minutos. Acrescente o bacon com vinho, tempere com a pimenta-do-reino e sirva imediatamente com queijo ralado.

Receita cedida por Abima (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias) 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sete motivos para beber mais chá-mate

Erva controla o colesterol, faz bem para o coração e ainda ajuda a emagrecer

Por Manuela Pagan
Os amantes de chá vão adorar esta novidade: a Ilex paraguariensis, erva comumente usada para fazer o tradicional chimarrão e o tereré, pode trazer diversos benefícios à saúde. Para quem não sabe, esse é o nome científico do mate, que apesar de amargo, pode virar uma bebida deliciosa. Antes de esquentar a água, porém, é bom saber que nem todo saquinho de chá vai ajudar a secar os quilinhos a mais.

A nutricionista Karina Barros, consultora de nutrição da Abiad, explica que os pesquisadores ainda estão tentando descobrir a melhor forma de ingestão da erva para obter mais benefícios. Enquanto a descoberta não chega, opte pelo chá-mate das folhas, já que os saquinhos geralmente trazem misturadas outras partes da planta, o que disfarça o efeito da erva. Beba cerca de um litro da infusão por dia, mas procure fracionar o consumo entre as refeições. Pronto para incorporar a bebida à sua rotina? Confira os benefícios a seguir. 

Mulher tomando chá - foto: Getty Images
Diminui o colesterol

Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina constatou que consumir três doses diárias (aproximadamente 300 ml cada ou quase 1 litro por dia) da bebida diminui em 13% as taxas de colesterol ruim, o LDL, e aumenta a de colesterol bom, o HDL.

Segundo os especialistas, isso acontece porque o chá-mate possui algumas substâncias - alcaloides e glicídios - capazes de interagir com os ácidos biliares e reduzir a absorção de colesterol.  
Moça tomando chá - foto: Getty Images Protege o coração


Por ser rico em antioxidantes, o chá-mate ajuda a prevenir doenças cardíacas. O nutrólogo Roberto Navarro, membro da Associação Brasileira de Nutrologia, explica que a presença de substâncias chamadas polifenois são as maiores responsáveis por essa prevenção. "Elas evitam o acúmulo de gordura nos vasos e previnem doenças inflamatórias", afirma. Além disso, a própria redução do colesterol já ajuda a proteger o coração.
Mulher tomando chá - foto: Getty Images É antioxidante

A erva-mate possui ácido clorogênico, um antioxidante capaz de influenciar diversos mecanismos corporais, por meio da diminuição da oxidação celular. "Isso contribui para um equilíbrio metabólico", explica a nutricionista Karina. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Yerba Mate, na Argentina, mostrou que a infusão de erva mate é uma importante fonte desses antioxidantes que protegem as células contra os radicais livres (moléculas que causam envelhecimento e doenças).
Barriga - foto: Getty Images Melhora a digestão

Roberto Navarro explica que o chá mate ajuda na liberação dos sucos digestivos, principalmente a bile e, por isso, pode facilitar a digestão dos alimentos. Além disso, a bebida tem ação diurética, ajudando na eliminação de toxinas que fazem mal para o organismo e dificultam o emagrecimento.
Homem tomando chá - foto: Getty Images Estimula o cérebro

As xantinas, substâncias semelhantes à cafeína, presentes no chá-mate podem melhorar o desempenho cerebral. O nutrólogo Roberto explica que o cérebro envelhece por oxidação dos neurônios. Como o chá-mate é uma boa fonte de polifenois antioxidantes, de maneira indireta pode retardar esse envelhecimento. Mas é preciso moderação: em excesso, a bebida pode causar irritabilidade e insônia.
Perda de peso - foto: Getty Images Ajuda no emagrecimento

"Além de ter efeito termogênico, que acelera o metabolismo e aumenta o gasto calórico em repouso, a erva-mate tem ação lipolítica, que facilita a queima de gordura em excesso", explica Roberto Navarro. Se você incluir a bebida em uma dieta balanceada, terá mais chances ainda de emagrecer.
Erva-mate - foto: Getty Images Protege o fígado

A nutricionista Karina explica que o chá pode auxiliar na oxidação da gordura do fígado e, por isso, colaborar com o tratamento da esteatose hepática, que é o acúmulo de gordura no fígado. 

Saiba como deixar seu arroz mais saudável na hora do preparo

Temperos prontos, requeijão, manteiga ou a dupla cebola e alho fazem parte desta lista

O arroz - uma das opções mais presentes no prato dos brasileiros - é uma rica fonte de carboidratos, componente essencial de qualquer dieta. Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, esse alimento representa um dos carboidratos que mais transmitem sensação de saciedade. "Mastigar o arroz causa muito mais saciedade do que comer batata ou macarrão, já que ele requer um processo de mastigação mais denso que outras massas", explica a especialista.

Aliado ao feijão, então, forma um casamento perfeito. A nutricionista Daniela Cyrulin explica que essa dupla fornece quase a quantidade diária total de proteínas necessárias ao nosso organismo.

Na hora de preparar o arroz, não há uma receita certa.Cada pessoa tem a sua forma especial de cozinhar, acrescentado itens como manteiga, ervilhas, cenoura, entre outros. Mas, afinal, qual é a maneira mais saudável de fazer o tão querido arroz? Compare abaixo e descubra!

Arroz com temperos prontos - Getty Images
Arroz com temperos prontos
Por trás do gostinho caseiro, existem os mesmos perigos do alimento industrializado. A nutricionista Amanda Epifânio explica que, além do cloreto de sódio já presente no sal, esses temperos prontos escondem alto teor de sódio usado para a conservação do produto. "Esse excesso piora o quadro de doenças cardiovasculares e hipertensão", alerta Daniela Cyrulin.

Arroz frito na manteiga - Getty Images
 
Arroz frito na manteiga
Atenção a essas combinações. Amanda explica que a manteiga é uma gordura animal, então pode ser comparada até mesmo à banha de porco. Ao utilizá-la para refogar o arroz, além de eliminar todos os nutrientes desse grão, você elevará suas taxas de colesterol ruim (LDL).

Arroz com cenoura - Getty Images
 
Arroz com cenoura
Adicionar esse legume é uma boa maneira de variar, além de deixar o arroz mais saudável. A cenoura é ótima fonte de vitamina A, um betacaroteno com efeito antioxidante fundamental para a visão, além de fibras e baixo valor calórico.

Arroz com ervilha - Getty Images
Arroz com ervilha
Daniela Cyrulin conta que, assim como o feijão, a ervilha completa os aminoácidos do arroz, fornecendo as mesmas propriedades. No entanto, isso só vale para a leguminosa in natura, já que a em conserva não mantém seus nutrientes. Isso também acontece com seleta de legumes.

Outra vantagem: "Com a ervilha, o arroz também fica mais divertido, bom para deixar o prato das crianças mais colorido", diz Amanda Epifânio, que aconselha, para adultos, misturar uma latinha de ervilhas em conserva no arroz para quebrar a monotonia da dieta.

Arroz com brócolis - Getty Images
 
Arroz com brócolis
Ricos em fibras, ácido fólico, vitamina C, ferro, cálcio e magnésio, os brócolis vão muito bem com massas! Para não perder essa gama de benefícios, Amanda Epifânio aconselha que esse legume seja cozido junto ao arroz. Assim, os nutrientes ficam na água do cozimento.

Arroz com frios - Getty Images
 
Arroz com frios
As nutricionistas deixam claro: embutidos só oferecem alto teor de gordura saturada, conservantes e sódio, sem agregar valor nutricional algum ao prato. "Para não deixar o cardápio tão calórico, só se o arroz for acompanhado de carnes brancas", indica Amanda Epifânio.

Arroz com requeijão - Getty Images
Arroz com requeijão
Embora seja uma maneira de variar o sabor do arroz, o requeijão não agrega em nada o valor nutricional do preparo, podendo, inclusive, deixá-lo muito calórico por conta dos altos níveis de gordura. No entanto, a nutricionista Amanda Epifânio revela que o requeijão light é uma ótima opção para incrementar o arroz, substituindo queijo ou creme de leite. Ela apenas alerta que, na hora de cozer o arroz, deve-se prestar atenção à consistência do requeijão light, que costuma ser mais viscoso que o tradicional e, por isso, pode deixar o arroz mais mole.

Arroz carreteiro - Getty Images
Arroz carreteiro
Embora seja delicioso, esse típico prato da culinária brasileira pode aumentar alguns pontinhos na balança, mesmo se consumido moderadamente, alerta Amanda Epifânio. "O problema do arroz carreteiro é que ele tem carne seca, linguiça e bacon no mesmo prato, ou seja, muita proteína com alto valor calórico, gordura saturada e sódio", pontua Daniela Cyrulin. Para o consumo, as duas especialistas aconselham escolher apenas uma dessas três fontes de proteína e incluir salada nesse prato.
 
Arroz à grega - Getty Images
 
Arroz à grega
Essa receita, além de saborosa, leva consigo uma combinação muito interessante. A já citada cenoura, presente no arroz à grega, é rica em fibras e betacaroteno. Já o milho é um carboidrato complexo, enquanto a ervilha, quando combinada com arroz, tem poder similar ao do feijão de fornecer quase todos os aminoácidos que nosso corpo precisa.

Arroz com alho e cebola - Getty Images
Arroz com alho e cebola
Eis aqui a clássica combinação da culinária caseira, eleita com unanimidade pela dupla de nutricionistas Amanda Epifânio e Daniela Cyrulin como o preparo mais saudável. A cebola é rica em flavonóides, substância antioxidante também encontrada na versão crua do alho. Para refogar - seja usando apenas alho e cebola ou com incrementos -, esqueça o azeite, que perde todas suas propriedades quando esquentado. Use óleos vegetais, de preferência de canola ou soja, uma colher de sopa para cada duas xícaras de arroz cru. "Ou, melhor ainda: refogue a cebola e o alho em uma panela com o fundo coberto com água, sem óleo. Assim, você não precisa adicionar gordura no preparo do arroz", indica Daniela.
 


domingo, 27 de maio de 2012

Veja dicas de cortes para cabelos crespos e encaracolados

Técnicas ajudam a assumir seus cachos e deixar a chapinha de lado

O cabeleireiro Robson Trindade, do Red Door Salon, de São Paulo é especialista em cabelos crespos, cacheados e ondulados. Ele afirma que há três passos básicos e indispensáveis na hora de passar a tesoura neles. Primeiro, as madeixas devem estar secas. "Isso permite observar o caimento natural do fio, pois cada mecha tem sua ondulação e sua textura", explica. Segundo, não se deve utilizar pente, pois acaba perdendo o comprimento natural. Terceiro, nunca desfie o fio ou utilize navalha. "As pontas perdem a força da sua textura, e ficam espigadas", diz Trindade.

Sobre o comprimento, o profissional sugere que cabelos curto, médio ou longo devem ser escolhidos de acordo a idade. "Conforme a pessoa for mais jovem, prefira mais curto, quando mais madura, escolha fios mais longos, para disfarçar suas linhas de expressão".  


Um outro detalhe importante é respeitar o formato do rosto e a personalidade de cada mulher. "As vezes se opta pelo curto por ter traços mais delicados e harmoniosos, ou então, é uma pessoa mais determinada e quer demonstrar mais seu rosto", salienta o cabeleireiro.

Formato do rosto
- Quadrado: prefira um corte um pouco desfiado com um leve caimento na área frontal, suavisando para as laterais.

- Redondo:
escolha um corte onde as laterais do cabelo caiam no rosto, criando uma linha vertical.

- Triângulo:
Existem dois tipos de triângulos. O de base alta pede por umcaimento suave na área da testa, e com volume na região dos ombros. O de base baixa favorece corte com mais volume no topo da cabeça com pontas desfiadas para dar leveza. 
Domando os fios
Para dar aos fios o aspecto de molhado, adote um gel líquido, na versão spray de preferência. A sugestão é do cabeleireiro Alexandre Fontanini, do salão De La Lastra, de São Paulo. Robson também dá uma dica importante para domar os fios: "produtos sem um componente chamdo lauril sulfato de sódio diminuem o volume sem agressão e sem química. Isso porque essa substância age como se fosse um fermento", diz.

Esqueça a chapinha. Um outro item que deve passar a ser o melhor amigo dos seus cabelos é o difusor. É só lavar, aplicar mousse ou leave-in (creme sem enxágue) preferidos e, na sequência, modelar os fios com o aparelho. "O cabelo fica lindo, pronto para o dia a dia ou até para uma festa sofisticada", diz Alexandre. E é na hora do banho que se deve usar escovas e pentes, só para tirar os nós. Terminando de lavar, passe-os novamente, amasse os fios com as mãos e deixe secar naturalmente. Prefira os modelos com os dentes largos, que espalham bem os cremes e condicionadores. 

Merengue de chocolate com morangos


Ingredientes:

½ xícara (chá) de açúcar (80 g)
2 claras
5 potes de danone de chocolate ao leite (550 g)
10 morangos lavados e cortados em 4 partes
Folhas de hortelã lavadas para decorar

Modo de Preparo:

Misture o açúcar com 2 colheres (sopa) de água e ferva em fogo baixo por aproximadamente 3 minutos ou até formar uma calda levemente espessa. Bata as claras em neve e acrescente a calda ao poucos, continuando a bater até formar um merengue firme e frio. Forre uma assadeira com papel-manteiga, coloque o merengue em um saco de confeitar e faça 10 discos de aproximadamente 10 cm de diâmetro. Asse em forno baixo (150º C) e entreaberto (se necessário, coloque uma colher de pau na porta do forno) por aproximadamente 1 hora ou até o merengue secar e ficar crocante. Se o merengue começar a ficar muito dourado antes de ficar firme, controle a temperatura, desligando ou abrindo mais a porta do forno.

Montagem:

Coloque um disco de suspiro sobre o prato em que for servir. Sobre ele, ponha ½ pote de danone e um pouco de morango. Cubra com outro disco e disponha mais danone e morango, e decore com uma folha de hortelã. Monte as outras porções da mesma forma.

Rendimento: 5 porções
Tempo de preparo: 30 minutos

Receita cedida por www.danette.com.br

sábado, 26 de maio de 2012

Saiba como usar corretamente os cremes sem enxágue

Nos últimos anos, cremes hidratantes e para pentear ganharam versões sem enxágue e se popularizaram ao lado de uma vasta gama de novidades em produtos finalizadores (como silicones, pomadas e reparadores de pontas) que podem permanecer sobre os cabelos por tempo indeterminado. Ou, geralmente, até a próxima lavagem. Mas qual a diferença entre os termos leave in e leave on descritos na embalagem e quando utilizá-los?

Para a cabeleireira do Vanity Fashion Hair de São Paulo, Nilva Bezerra, produtos leave-in ou leave-on são, na prática, a mesma coisa. Tem esse nome estrangeiro, mas nada mais são que cremes sem enxágue, que servem para manter a hidratação dos fios de cabelo. 


Geralmente, são compostos de óleos vegetais, silicones e filtros protetores contra os raios ultravioleta. "Devem ser usados em cabelos lavados previamente com xampu adequado ao seu tipo de cabelo. O uso de leave-in ou leave-on não dispensa o de condicionador", lembra a profissional.

Independente do tipo de aplicação que terão, esses produtos costumam não só tratar os fios, mas amenizar o indesejável frisado, além de modelar camadas ou cachos sem definição. Para isso, amasse os cabelos úmidos com a toalha e aplique o leave-in. Mas nunca abra mão da dobradinha xampu e condicionador. É o uso do trio completo que evitará que o cabelo arme depois de seco. 
Outra dica valiosa na hora de usar produtos sem enxágue é esfregá-los um pouco nas palmas das mãos antes de aplicá-los no cabelo. Assim, o calor imediato desestrutura algumas partículas de açúcares que deixam os fios mais pegajosos. Lembre-se de distribuir ao longo do comprimento das mechas e nunca perto da raiz. Se seu cabelo for oleoso, prefira usar somente nas pontas. O resultado será mais satisfatório e discreto se a aplicação for feita com os cabelos ainda molhados.

Há diferentes versões e opções disponíveis: para cabelos coloridos, loiros, antifrizz, para definir cachos, com proteção solar, entre outros. Nas fórmulas, além da famosa queratina, alguns cremes trazem em sua composição outras substâncias naturais, como manteiga de karité, açaí, nozes, café e até mesmo barro mineral.

Feijoada Light



Ingredientes da Feijoada:

½ kg de feijão preto
130g de lingüiça defumada light
180g de lombo defumado
150g de lombo salgado
180g de carne seca magra
100g de ricota defumada
1 envelope de caldo de carne light
1 buquê garni
2 litros de água
5 ramos de tomilho
2 dentes de alho
½ pimenta dedo-de-moça
Sal

Modo de Preparo:

Limpe o lombo salgado e a carne seca e deixe dessalgar por 12 hora em uma panela com água, trocando a água de 2 e 2 horas. Coloque o feijão já lavado em uma panela de pressão, junte caldo de carne, água, carnes ainda inteiras, buquê garni e leve ao fogo por 30 minutos. Com cuidado retire as carnes, corte-as em cubos e reserve. Em um liqüidificador coloque 3 conchas de feijão cozido com bastante caldo, bata e passe em uma peneira. Em outra panela seque o alho com pimenta picada e tomilho, junte caldo de feijão peneirado, pedaço de ricota e deixe engrossar um pouco. Retire a ricota e pique em pedaços. Junte o feijão cozido, tempere com sal e misture bem. Em uma panela coloque a ricota e as carnes picadas, despeje um pouco de caldo e aqueça.

Ingredientes da Couve:

200g de couve fresca
1 colher (chá) de caldo de legumes light em pó
1 colher (sopa) de alho desidratado

Modo de Preparo

Em uma frigideira junte couve, caldo de legumes light e leve ao fogo até secar bem.

Ingredientes do Torresmo de Nabo:

1 nabo
1 envelope de caldo de carne light
20 gotas de essência de bacon
50 ml de água

Modo de Preparo:

Misture água, caldo de carne, essência de bacon e junte o nabo fatiado. Em seguida vá retirando um por um e arrumando em um prato sem sobrepor, leve ao microondas por 3 minutos, retire, passe para uma assadeira e leve ao forno até ficar bem sequinho (cerca de 6 minutos).

Receita cedida pelo site Rudge SBC

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Passo a Passo Flor de Garrafa PET

Fonte: Painel Criativo


Veja mais uma ideia bacana para fazer reciclagem com garrafa PET. Com vários tipos de garrafa é possível fazer lindas flores para montar arranjos, móbile, cortina, castiçal etc. Confira o passo a passo:



Materiais: garrafa PET (pode ser de qualquer tamanho), argola, verniz vitral, fio encerado, miçangas, estilete, tesoura, fio de nylon, vela e ferro de solda.

1. Limpe bem a garrafa PET. Com estilete dê um furo na garrafa e corte com a tesoura o fundo dela.

2. Faça corte em V e arredonde as pontas formando as pétalas da flor.



3. Passe a flor por alguns segundos na vela para queimar as beiradas de cada pétala. O ideal é passar sempre no sentido do centro da flor para a ponta da pétala.



4. Passe uma demão de verniz vitral na cor de sua preferência. Espere secar por uma hora. Se quiser pode passar mais de uma demão de verniz.



5. Com ferro de solda faça um furo no centro da flor. Caso não tenha o ferro des solda, você pode substituir-lo por um prego ou agulha quente.



6. Para fazer o miolo da flor, transfira o molde da florzinha, para a parte lisa da garrafa e recorte com a tesoura. Passe o miolo rapidamente na vela para tirar algumas imperfeições. Para pintar e furar o centro do miolo repita o mesmo processo que fez com a flor.



8. Passe o fio de nylon na miçanga, junte as duas pontas e passe-o pelo furo do centro do miolo e da flor, dê dois nós.



9. Está pronta a flor de garrafa PET, com ela você pode fazer arranjos, porta guardanapo, peso de porta, móbile entre outros.